Fapero contribui para pesquisas científicas, mas visa formação de Mestres e Doutores

30/03/2017   10:34

Presidente da Fapero, Francisco Elder de Oliveira

 

O presidente da Fundação Rondônia de Amparo à Pesquisa Ciência e Tecnologia (Fapero), Francisco Elder de Oliveira, disse que a entidade contribui para pesquisas científicas e visa formação de Mestres Doutores no Estado.  A afirmativa foi feita durante o Seminário Marco Zero, o qual está sendo realizado durante essa semana no auditório do Larison Hotel, em Porto Velho.

 

Em seu entendimento, a falta de apoio para pesquisadores sempre foi um problema em Rondônia porque não havia financiamento para essas iniciativas. Com o advento da Fapero idealizada pelo governador, Confúcio Moura (PMDB), a realidade é outra e entra em uma fase de desenvolvimento. Porém, diz que existe todo um tramite para se apoiar uma pesquisa.

 

Entende que a prudência é necessária porque a pesquisa pode da certo ou errado, pois muitas vezes não tem o resultado esperado. Além disso, não é barata. “A Fapero terá o cuidado de aplicar os recursos com responsabilidade junto ao setor público, pois não deseja escolher projetos que não tenham a possibilidade de serem aplicados” acrescenta.

 

Relata que para alcançar essa meta é preciso seguir um ritual, pois a Fapero tem que obedecer aos preceitos da lei. No entanto, tem consciência que hoje os pesquisadores de Rondônia já têm onde recorrer, desde esteja inserido em alguma instituição de pesquisa que tenha laboratório. Inclusive, revelou que em quatros aplicaram cerca de 30 milhões na pesquisa e formação.

 

Para Francisco, Rondônia é um estado que ainda possui poucos Doutores e Mestres, pois não há a contento opções de cursos de Mestrado e Doutorado. Essa preocupação se dá porque a demanda é grande por pessoal técnico especializado, mas sabe que esse não é um problema unicamente regional porque na Amazônia inteira é assim.  

 

 

Ao fazer um parâmetro com outras unidades da federação, diz que só em uma Universidade do Estado do Paraná tem mais Doutores do que em toda Amazônia somada. “Nós precisamos desse pessoal especializado, de Doutores, Pós Doutores e Mestres para justamente desenvolver nossa pesquisa em nosso estado e tornar nossa produção sustentável” concluiu. 

 

 

 

 

 

Fonte: RONDONIANOAR

Autor: RONDONIANOAR


 
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