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Eleição SINGEPERON: Daihane Gomes da Chapa 1 diz que Páscoa pode significar o renascimento da categoria

30/03/2018   12:02

 

 Slogan de campanha: “Sindicato é pra lutar, Renovar é Preciso”

 

A eleição para a nova Diretoria do Sindicato dos Agentes Penitenciários e Sócios Educadores do Estado de Rondônia (SINGEPERON) ocorre no próximo dia 4 de abril, dentre as Chapas que concorrem ao pleito está a de número 1 encabeçada pela servidora do Sistema Prisional Daihane Regina Lopes Gomes. Com o slogan de campanha: “Sindicato é pra lutar, Renovar é Preciso” diz que a Páscoa pode significar também o renascimento da categoria.

 

A analogia é porque a Páscoa sugere a ideia de renascimento, renovação e ressureição. Ao fazer um paralelo com a atual realidade vivida pelos servidores acredita que analogamente podem passar por essas experiências, pois a categoria precisa renascer para que fortalecida possa recomeçar a luta em busca de novos horizontes. Convida todos a fazerem uma introspecção e diz: “é chegada a hora, é chegado o momento de olhar pra si mesmo e achar o nosso valor e nos honrar”.

 

A história de Daihane Gomes é marcada por exemplos de coragem e determinação porque já registrou Boletins de Ocorrências contra internautas por difamarem os servidores, denunciou a falta de condições de trabalho nas Unidades Prisionais, reivindicou melhorias na Estrada da Penal a fim de prevenir acidentes com colegas, protocolou pedido de providências para que fosse oferecida água potável no local de trabalho.

 

A sua voz ecoou em defesa dos servidores do Sistema Prisional e Sócio Educativo quando da realização de Audiências Públicas, em especial sobre essas temáticas no plenário da Assembleia Legislativa. Esteve presente nos movimentos paredistas da categoria e se fez ouvir na frente do Tribunal de Justiça, principalmente em prol do reajuste salarial e do Plano de Carreira, Cargos e Salários. Foi na Rede TV e exigiu direito de resposta, a fim de pedir respeito à categoria a nível regional após denúncia de familiares de presos contra servidores.  

 

O trabalho à frente da Associação dos Agentes Penitenciários, Sócio Educadores e Servidores Penitenciários do Estado de Rondônia (AASSPEN), Daihane Gomes considera de grande importância para a sua evolução e aprendizado. “A gente entrou na cara e na coragem atrás de um sonho de tentar realizar aquilo que estava nos faltando, muitas vezes tomei frentes que não eram atribuições da Associação, mas como a inércia imperava, a gente teve que se levantar e fazer” ressalta.

 

Durante essa trajetória revela que foi criticada em alguns momentos, mas não se arrepende das realizações anteriores porque lutou e luta pelo que acredita ser o certo. A Associação proporcionou a experiência de se relacionar com os entes públicos, em especial em conhecer os métodos que o Governo utiliza nas negociações. “Hoje graças a Deus esse é um no hall que a gente leva pra sempre, essa experiência que nos fortaleceu e nos amadureceu, principalmente a mim que me fez crescer” diz.

 

Os candidatos a cargo eletivo sempre sofrem em campanha com adjetivos impublicáveis, mas revela que não se sente ofendida porque antes ser isso ou aquilo do que corrupta e inerte. Diante disso surgem as perguntas: Ser louca é quem se levanta com coragem para lutar? Ser louca é quem se levanta contra as arbitrariedades de quem deveria nos defender e do Estado?  Ser louca é não se esconder da luta em troca de uma sombra do Governo? 

 

Em relação a essas inquirições afirma que ser louca é ter coragem e em nenhum momento esse adjetivo diminui a sua pessoa, pois sabe que isso é uma prática que deveria ser abolida em uma disputa democrática. Ao condenar o radicalismo na essência da palavra, acrescenta: “é preciso agir com método, estratégia e inteligência para alcançar o objetivo, mas sem afrouxar porque tudo tem um limite e a partir dele é necessário reagir”.   

 

Propostas da Chapa 1

       

No que diz respeito às propostas que vem defendendo diz que todas são possíveis de serem realizadas, pois em nenhum momento a Chapa 1 iria propor metas esdrúxulas e imagináveis porque tem plena consciência que conquistando a vitória terá que cumprir tudo. O que está sendo proposto foi elaborado com base nos valores apresentados nas prestações de contas e no que deve ser feito a curto, médio e longo prazo.

 

A prudência é necessária porque não estão lhe dando com algo surreal, mas com fatos e números que exigem exatidão, por isso, não adianta prometer o que seja impossível de ser realizado. O certo é que existe uma demanda para atender as expectativas dos servidores ao longo dos 52 municípios do Estado de Rondônia, as quais classificam de primeiro passo. Porém, dentre as prioridades está à luta pelo reajuste porque é o segundo pior piso salarial do país.

 

Uma gestão que se propõe a levantar bandeiras e conquistar vitórias em favor da categoria não pode ter influência externa, por isso, Daihane Gomes revela que esse foi um desejo de todos os integrantes da Chapa 1 para que em nenhum momento se sujeitassem a parcerias com políticos ou escritório de advocacia.  É consciente de que é preciso ter o direito e a liberdade de lutar, pois não se deve enquanto categoria já entrar amarrado a quem quer seja.  

 

A justificativa é porque quem é subserviente não pode executar um plano de trabalho sem consultar terceiros, por isso, optaram por caminharem de forma independente e contar com o apoio da categoria, em que pese os ataques e calúnias que vem sofrendo. Desaprova o fato de algumas pessoas medirem o próximo pela própria régua, o que não ocorre com os membros da Chapa 1 que caminham para ser livre porque entendem que sindicato é pra lutar não é para político.

 

Essa forma de se conduzir tem conquistado a adesão dos servidores do Sistema Prisional durante os atos de campanha nos municípios, pois isso é comprovado pela receptividade aos membros da Chapa 1 por onde passam. Daihane Gomes espera que essa manifestação dos colegas seja refletiva de forma positiva nas urnas, mas desde já agradece a acolhida. A seu ver, a classe evoluiu e desejam optar pela renovação.

 

Em cada Unidade do Sistema Prisional que visita para conversar com os servidores se comporta de forma transparente e com naturalidade, inclusive respeitando os integrantes das chapas concorrentes. Esse contato físico tem sido importante para ouvir as insatisfações dos colegas, mas principalmente para propor um novo modelo de administrar o Sindicato. Salienta: “Sempre digo que o nosso maior inimigo são as abstenções e o desânimo vem em desacreditar”.

 

Em relação à reta final da campanha, diz que a Chapa 1 procurou apresentar as propostas da melhor forma possível aos colegas do Sistema Prisional, por isso, convida à todos os insatisfeitos e que estão indignados pela inércia de tudo que deveria ser e não é, para votarem conscientes no dia 4 de abril. Reforça a importância de exercerem o poder do voto em prol da mudança, caso contrário, depois de encerrada a votação não tem volta.  

 

Reitera aos Agentes Penitenciários, Sócio Educadores, Profissionais da área de saúde e Agentes Administrativos da Sejus para que tenham a consciência que esse é o momento de mudar. Além disso, frisou a importância de avaliarem bem os perfis de todas as chapas. Em relação aos integrantes de cada Diretoria, conclui: “avaliem bem as pessoas, pois é preciso eleger quem está pronto para assumir essa responsabilidade diante do que vem pela frente e uma ótima Páscoa”.  

 

Confira o vídeo da Chapa 1: 

 

 

 

 

 

 

Autor: RONDONIANOAR.COM 

 


 
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