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Titular e adjunto da Semed da capital são exonerados em consequência de trabalho de controle externo

30/05/2018   01:53

 

A Operação Ciranda desencadeada em conjunto pela PF, Ministério Público Federal (MPF), Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) causou baixa na administração municipal de Porto Velho. O titular Marcos Aurélio Marques e o adjunto Erivaldo de Souza Almeida foram exonerados na terça-feira (29) da Secretaria de Educação, em consequência do trabalho de controle externo sobre o Transporte Escolar Fluvial.

 

O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB) saiu em defesa de sua administração ao salientar que o período investigado se refere a 2014, ou seja, anterior a sua gestão. Todavia, o contrato vinha sendo renovado desde 2015 sendo que apenas manteve a celebração sem nem um aditivo para garantir que 2.400 crianças não fossem impedidas de frequentar a escola. Inclusive, que a Semed ainda estava dentro do prazo para responder e corrigir aos questionamentos elaborados através de relatório pela Controladoria-Geral da União (CGU).  

 

A Polícia Federal havia conduzido à Superintendência o secretário, adjunto e dois servidores da Semed para averiguar um suposto superfaturamento nos contratos com as empresas na ordem de 426,76%, o que corresponde ao montante de R$ 20 milhões. O alcaide reafirmou o respeito às instituições, pois trabalha contra fraudes em sua gestão. Por fim, deixou claro o compromisso de fazer uma gestão proba e que não foi conduzido pelos agentes federais durante a Operação.

 

 

 

 

 

 

Autor: RONDONIANOAR


 
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