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MPF ADVERTE CAERD PARA SUBSTITUIR ADUTORA SOB A PONTE DO RIO MACHADO

17/01/2014   13:13

Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia tem 20 dias para prestar informações sobre a troca da antiga adutora 

Em Ji-Paraná, uma inspeção do Ministério Público Federal (MPF) constatou que uma adutora da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd) localizada na ponte sobre o rio Machado está em situação precária, apresentando riscos de rompimento. Em uma reunião realizada ontem, 16 de janeiro, na sede do MPF, a Caerd foi advertida para prestar informações sobre a imediata substituição da adutora no prazo de 20 dias, apresentando documentos sobre a troca.

Durante a reunião, o procurador da República José Rubens Plates lembrou do rompimento da adutora ocorrido em maio de 2012, que causou prejuízos ao tráfego de veículos na BR-364 e a necessidade de reparos na ponte sobre o rio Machado, feitos pelo DNIT, com gastos de aproximadamente 712 mil reais. Segundo trabalhos periciais e levantamento feito pelo DNIT, o acidente teria sido ocasionado em razão da antiguidade da adutora que atravessa a ponte, instalada há aproximadamente 14 anos.

A Caerd foi advertida de que está havendo atraso excessivo para substituição da adutora, o que pode gerar responsabilização. O gerente da Caerd, José Iran, o representante do DNIT em Rondônia, Pedro Katusyoshi Nakayama, e o secretário de Planejamento de Ji-Paraná, Marcito Pinto, receberam cópias do relatório da inspeção realizada pelo MPF em novembro do ano passado, com fotografias dos vazamentos encontrados na adutora.

O representante da Caerd informou que, em novembro de 2013, houve ordem de serviço expedida para substituição da adutora sob toda a extensão da ponte sobre o rio Machado, mas que o projeto não previu a interferência dos cabos de fibra ótica para passagem da tubulação. Ele afirmou que o projeto está sendo corrigido para que seja definitivamente executado.

Na reunião, além dos esclarecimentos prestados, o MPF solicitou ao DNIT e à prefeitura de Ji-Paraná documentação sobre os problemas relacionados à adutora.


Fonte: MPF/RO


 
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