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Anderson participa de paralisação parcial de agentes penitenciários no Urso Panda

22/01/2014   22:31

 

O presidente do Singeperon (Sindicato dos Agentes Penitenciários, Socioeducadores, Técnicos Penitenciários e Agentes Administrativos Penitenciários de Rondônia, Anderson Pereira participou da paralisação parcial de agentes penitenciário lotados na unidade prisional Advan Mariano Rosendo (Urso Panda), ocorrida na manhã dessa quarta-feira (22/01). A motivação principal foi à falta de efetivo no presídio e de melhores condições de trabalho.

A reivindicação é que mesmo fazendo horas extras o efetivo atual não é suficiente para manter um trabalho digno e seguro para todos, sendo necessário o aumento de agentes. Em consequência foi suspenso temporariamente o banho de sol aos presos, os cursos profissionalizantes, atendimento a advogados e oficiais de justiça, sendo realizado apenas serviço de urgência e emergência.

Anderson chegou a esse movimento na condição de convidado e ouviu os agentes pedirem melhores condições de serviços e o aumento no efetivo. Na ocasião o diretor da unidade Hebér Carvalho informou que havia recebido a afirmação da Sejus (Secretaria de Justiça) que nessa quinta-feira iria enviar 8 agentes, a fim de reforça o efetivo na unidade.

Pereira afirmou que em todas as unidades que visita sempre se preocupa com a sociedade e os servidores do presídio, constatando a veracidade das informações da falta de efetivo. Porém não se surpreendeu por não ser nenhuma surpresa, pois existe a mesma dificuldade nas unidades do estado inteiro, no entanto, conseguiu intermediar uma conversa com a categoria dos servidores e deliberaram sobre a convocação de uma assembleia geral para a próxima quarta-feira.

Assembleia geral

De acordo com Anderson nessa assembleia geral a categoria irá deliberar sobre a mobilização da categoria, desde um alerta ao governo do estado à deflagração de uma possível greve. “No momento orientamos os servidores como em todas as unidades que visitamos a fazerem o que da, se não tem efetivo que trabalhem com segurança e cautela, não pondo a vida em risco, nem a do preso e nem a do agente” declarou.

Entendeu ser louvável a decisão do diretor em procurar a Sejus e esta ter dado uma resposta rápida, só que é uma questão que se resolve no momento, mas fica pendente a falta de efetivo. “Por isso nós vamos discutir com a categoria em assembleia e vamos tomar algumas decisões, porque da maneira que está não tem como continuar, a coisa está feia e a sociedade está em risco, os presídios não tem efetivo e estão sem condições de trabalho” finalizou.

 

Fonte: RONDONIANOAR

Autor: RONDONIANOAR


 
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