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MORADORES QUE OCUPAM CONDOMÍNIO DA CAIXA ECONÔMICA VIVEM EM SITUAÇÃO PRECÁRIA E DE IMINENTE DESPEJO

23/05/2013   10:29

 

Os moradores que ocupam o condomínio da Caixa Econômica Federal na Rua Três e Meio no Bairro Areal da Floresta, vivem em situação precária e de iminente despejo. Já receberam três notificações para saírem de forma pacífica e se recusam a atender o mandado judicial justamente por não terem para onde ir, a esperança é a sensibilidade dos vereadores e do prefeito no sentido de efetivarem seu direito a moradia.

Esses apartamentos a princípio estavam destinados aos moradores do Cai n’água que vivem em estado de risco, principalmente durante o inverno amazônico quando o nível elevado do Rio Madeira leva a defesa civil a interditar aquela área. Mas como se ver, antes mesmo de ficarem prontos e ter seu destino final, já não há se quer uma vaga disponível, pois foram ocupados por populares que não dispunham de um teto para suas famílias.

De acordo com a senhora Maria de Jesus, morando há sete meses no local, mesmo tendo que viver com sua família em um lugar sem estrutura adequada, cercada de mato e poças de lama, a possibilidade de se tornar proprietária do imóvel a deixa cheia de esperança. Em que pese à ordem para abandonar o apartamento que mora, Maria declara: “Tenho fé que muito em breve receberemos uma boa notícia por parte das autoridades”.

Essa situação de litígio envolvendo áreas ocupadas em Porto Velho não vem de hoje, mas desde o início do mandato do prefeito Mauro Nazif vem se tornando rotineiras. É o caso dos moradores do Bairro Jardim Santana III e do Setor Chacareiro, os quais ainda não foram solucionados. A administração municipal precisa urgentemente aplicar suas políticas públicas, a fim de garantir moradias a população.

 

Fonte: Rondonianoar.com.br

Autor: Rondonianoar.com.br


 
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